29 jan

A saúde dos executivos brasileiros piorou

Isso mesmo, os executivos brasileiros possuem mais problemas de saúde do que antigamente. Quem afirma é o estudo desenvolvido e aplicado pelo Núcleo de Saúde e Prevenção (NUSP) da Omint, que avaliou as condições de saúde de 1021 profissionais entre média gerência e o alto escalão de várias das maiores empresas do País e ainda ranqueou as 15 principais doenças que mais afetam estes profissionais entre julho de 2014 e julho de 2015. Veja o que a pesquisa mostrou:

– Aumentou o percentual de executivos com sintoma de duas doenças crônicas importantes como diabetes, colesterol alto ou hipertensão arterial (Risco Cardiovascular Aumentado): 9% dos executivos apresentam em 2015 essa condição, enquanto que em 2014 eram 7%.

– A rinite é a principal enfermidade que afeta os executivos no Brasil (32% do total). O ar-condicionado pode ser o grande causador deste problema, visto que os profissionais passam mais tempo no escritório do que em casa, praticamente.

– A alergia de pele também se destaca, graças ao ar-condicionado e os carpetes.

– Em terceiro lugar, aparece o excesso de peso, que atinge 20% dos profissionais. Possivelmente a “culpa” disso é pela alimentação não-saudável e longas jornadas de trabalho que limitam a prática de atividades físicas.

– Dor no pescoço e nos ombros e problemas oftalmológicos complementam os cinco principais problemas de saúde entre os executivos, com prevalência de 19% e 18,5%, respectivamente.

– Destaque para o 6º lugar: a ansiedade, atingindo 18% dos profissionais avaliados pela Omint e afetando a qualidade de vida dos brasileiros.

A pesquisa também apontou os hábitos dos executivos

Enquanto no ano passado 97% indicaram que mantinham alimentação não equilibrada no dia a dia, agora 92,8% afirmam não serem adeptos de uma dieta equilibrada.

O sedentarismo, no entanto, apresentou uma piora. Se em 2014 41,7% se apresentavam sedentários, 2015 teve um salto no percentual, sendo 45% do total dos executivos avaliados pelo estudo.

Apesar de a crise econômica trazer como consequência um cenário mais desafiador no ambiente corporativo, o percentual de executivos estressados se manteve estável, assim como de fumantes: 33% e 11%, respectivamente.

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