13 maio

Salto alto pode afetar pés, joelhos e coluna

Chegar em casa depois de andar um dia inteiro em cima do salto é uma sensação de alívio para muitas mulheres. A dor é tida como sacrifício em nome da elegância e da beleza. Mesmo que o corpo acostume e não reclame mais é preciso ficar atento.

Usar com frequência atrofia os músculos traseiros das pernas e podem afetar a coluna com lordose lombar. Outros problemas comuns são dor nos joelhos, calos e machucados nos pés, joanetes e unhas encravadas. Quando se anda de salto a postura é alterada, os ombros vão para trás e a cabeça para a frente. Isso pode modificar a postura para sempre.

O salto pode trazer problemas em qualquer idade mas ainda é mais grave em crianças  e em adolescentes porque o corpo e a coluna ainda estão em formação.

Mas também não é preciso dar adeus ao salto. Especialistas recomendam que se diminua o número de horas em cima deles e que se passe a usar só para ocasiões mais especiais e não todos os dias. Outra boa alternativa são as plataformas já que permitem que os pés fiquem planos.

O ideal mesmo são sapatos confortáveis (sem apertos), de materiais maleáveis e que permitam que os pés respirem (evite os de plástico). Para surpresa de muitos a famosa rasteirinha também não é indicada. Ela deixa o pé muito solto e o peso passa a ser sustentado só pelo calcanhar. O bom mesmo é usar com moderação e se precisar caminhar muito recorrer ao tênis.

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